Alimentando corpo, alma e mente!

O café da manhã com o vice-presidente, uma das atividades do Programa Trainee da BASF,  é um convite a repensar sobre os passos que pessoas que ocupam grandes posições na companhia tomaram e vêm tomando.
Na manhã de terça-feira, dia 29/03 tivemos a oportunidade de conversar com o Antônio Carlos  Lacerda, vice-presidente senior, que nos respondeu complexas perguntas e nos alertou sobre pontos que deveríamos focar para sermos mais assertivos em nossa carreira. O que com certeza facilita na obtenção de foco e acaba por gerar melhores resultados. Esse seu discernimento daquilo que se deve fazer é fantástico e consequentemente se origina de uma visão estratégica que um vice-presidente precisa ter, que ainda mais numa companhia da magnitude BASF em termos de mercado e porte se torna imprescindível àqueles que vislumbram uma ascensão na carreira.
Saí do café da manhã me sentindo muito “bem alimentado” para enfrentar novos desafios e planejar minha carreira. Uma oportunidade incrível aos trainees !!!

Post de Fábio Henrique Campos Marques, trainee do Controlling Corporativo

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O começo de tudo…

Já faz quase dois meses desde o primeiro dia de Basf, e por incrível que pareça, muita coisa já aconteceu. Antes demais nada, sou a Rafaella, trainee de Laboratórios de Tintas, fico no complexo industrial de tintas e vernizes, Demarchi – São Bernardo do Campo. Sou recém-formada em Engenharia Química, na Unicamp, e até então desconhecia completamente o universo das tintas. 

Logo no começo já fui muito bem recebida. O meu padrinho, que é responsável por organizar todo o meu job rotation e também por passar as orientações necessárias, é um excelente profissional e me fez sentir muito a vontade para procurá-lo com qualquer dúvida. Freqüentemente sentamos para conversar sobre o negócio de tintas da Basf, de como são as tomadas de decisões e como acontecem as reuniões estratégicas, sempre buscando me inserir no mundo Basf. Além disso, a cada nova área que visito, fazemos um feedback de como foi e com base no que vivenciei, decidimos se é necessário estender por mais alguns dias no local e também outras áreas que podem agregar valor ao meu desenvolvimento na empresa. 

Aliás, um dos grandes diferenciais do programa da Basf é o job rotation. Ao invés de ser unificado para todos os trainees, cada padrinho é responsável por elaborar o plano do seu trainee. Portanto, além de conhecer as áreas macro da empresa, durante os 18 meses, podemos conhecer melhor ainda aquelas áreas que teremos maior interação e que serão fundamentais para nosso crescimento. 

Neste começo já passei períodos nos laboratórios e fábrica de tintas decorativas, automotivas, repintura e industrial, que constituem o negócio de tintas da Basf. Todos que conheci foram bastante atenciosos, conseguiram passar quais as principais atividades executadas e MUITO conhecimento técnico. Foi também nestas primeiras semanas que pela primeira vez preparei uma parede, pintei, fiz efeitos decorativos, apliquei tinta de repintura com pistola, participei de treinamentos de pintores e até preparei tinta Suvinil, sempre visando o contato com os produtos do portfólio.

Cada dia aqui é uma surpresa… Novas pessoas, novos conhecimentos e uma vontade grande de cada vez mais fazer parte desta equipe! 

Este mês teremos nossa 1ª Reunião Trainee. Junto com a Mariana, trainee que também fica no Demarchi, estou organizando um dia para que todos os outros trainees possam conhecer um pouco mais do nosso ambiente de trabalho. Voltamos com notícias em breve.

 Beijos!

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Era o momento que eu esperava…

O processo seletivo tinha sido sensacional e posso dizer que me conheço bem melhor depois de ter passado por essa experiência. Agora, chegou a hora de enfrentar o desafio. E nada melhor que um desafio para aprender, melhorar e principalmente, se desenvolver. Foi com essa idéia que ingressei na BASF. E não podia ter sido melhor. Logo no primeiro dia na Faria Lima, percebi que as coisas são diferentes. Trabalho em equipe, colaboração e busca por novas idéias, são algumas das características que aqui, fazem parte do dia a dia.
A idéia de trabalhar em São Paulo é extraordinária, pois poderei acompanhar processos que ocorrem na empresa que no campo não teria oportunidade de participar. Mas eu me fiz uma pergunta: Como vou saber que caminhos seguir dentro de uma empresa tão diversificada como a BASF? Foi aí, que toda minha expectativa relacionada ao programa de trainee se concretizou. Digo isso, porque na primeira conversa que tive com a minha “madrinha”, pude perceber que o suporte para o meu desenvolvimento dentro da empresa estava garantido, dependendo apenas da minha vontade de aproveitar todas as ferramentas que tinham a me oferecer. Pude perceber que o plano a ser seguido tem o objetivo de me preparar para que no campo eu possa observar as coisas de um modo diferente e assim, atuar da melhor maneira possível.
E o que falar sobre o grupo de trainees 2011? Pessoas fantásticas, com energia de sobra, de diferentes personalidades, com vontade de aprender e principalmente, compartilhar idéias.

Meu nome é Manuel Gabriel de Souza Viveiros Filho, tenho 26 anos, sou Engenheiro Agrônomo formado pela UNESP – Campus Jaboticabal. Bem vindos a BASF, The Chemical Company.

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Primeiro mês na Agro

 Olá para todos, me chamo Francisco Breno Gomes Filgueiras, um fortalezense que veio estudar agronomia em Botucatu (interior de São Paulo) e que depois de muitas etapas, dinâmicas, entrevistas e uma ansiedade tremenda, passou como trainee em Agro Marketing Brasil.

Há quase um mês na Faria Lima e cada dia mais contagiado pela dinâmica da BASF. A equipe é muito receptiva, animada e prestativa. Me sinto como se já estivesse por aqui há anos e isso é muito legal. Sem contar a capacidade e competência dos profissionais, formando uma equipe realmente de uma empresa líder. Esse primeiro mês foi de integração com o pessoal, com as perspectivas da empresa, seu portfólio e planejamento. Inclusive já participei de dois treinamentos com as equipes de vendas do sul e do cerrado e do Show Rural no Paraná, uma bela oportunidade de estar a par de como a BASF se posiciona no campo.

Com o desenvolver do programa, passarei por diversas áreas do departamento agrícola da empresa e também por outras áreas não ligadas ao agronegócio. Esse job rotation é de suma importância para o desenvolvimento de competências que serão essenciais para o meu desenvolvimento como profissional de marketing. Não só pelos conhecimentos complementares, mas também pelas pessoas que trabalharão comigo.

Já na elaboração do programa com o meu gestor (uma pessoa nota dez), pude perceber a importância que a empresa dá para o trainee, o incentivo e a preocupação com nosso desenvolvimento, o que veio ao encontro de minhas expectativas.

Bem, essas são as minhas primeiras impressões e com o passar do meses eu vou poder contar mais um pouquinho do que é o meu dia-a-dia na BASF.

 Aquele abraço para todos!

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Happy Hour Janeiro 2011: o primeiro de muitos

Olá pessoal!

Eu sou a Monise, a mais nova trainee de Marketing regional da área de Agronegócio. Interessei-me por essa área ao longo da minha graduação: formei-me em Eng. Agronômica pela ESALQ-USP e também pela AgroParisTech na França, onde descobri o mundo do marketing ligado ao agronegócio! 

Para falar a verdade, durante a graduação eu me apaixonei por várias áreas, desde Supply Chain até o Marketing. Por isso morria de curiosidade e vontade de aprender e trabalhar um pouco em cada área que compõem uma empresa para que no final eu pudesse ter uma visão geral do funcionamento global de uma grande empresa como a Basf. Foi então que tive a grande chance de poder participar deste super processo de trainee para saciar o meu desejo!

Minha primeira semana foi bem interessante: muita ansiedade para conhecer todas as pessoas que iriam trabalhar comigo, para conhecer o que eu iria fazer durante o programa de trainee e também para entender como seria o trabalho e como as coisas funcionam. Mas o mais incrível é que essa ansiedade parece não passar, pois parece que cada dia que passa mais coisas novas vai surgindo para a gente aprender! E quer coisa melhor que isso? 

Bom, melhor que isso mesmo é um happy hour de vez em quando! E nós trainees já estreamos esse gostoso jeito de fazer networking. Nesta primeira semana nós organizamos um agradável happy hour para trocarmos nossas impressões e experiências dessa primeira semana. 

Até o próximo post!

 Abraços,

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Cozinhando batatas (?) e investigando traços da nossa personalidade

Houve um tempo em que se dizia que o Brasil só começava a funcionar depois do carnaval. Para os Trainees BASF 2011 ele engatou a primeira marcha já no dia 10 de Janeiro, durante a integração, acelerou fundo e tem tudo pra terminar o mês nas mais altas rotações!

A integração foi na Fundação Espaço Eco, em meio a muito verde, tanto na paisagem ao nosso redor quanto no cronograma: Palestras e atividades sobre sustentabilidade e ecoeficiência dominaram a tarde e nos mostraram que a única sustentabilidade possível se faz com muita ciência e trabalho, nos levando as vezes à respostas que trancendem o senso comum.

Lá também conhecemos mais sobre a cultura da companhia, além de nos divertir, desde cozinhando batatas (cozinhando batatas?) até investigando traços da nossa própria personalidade e da maneira com a qual enxergamos o mundo. A integração já deixou claro algumas das prioridades da BASF: A sustentabilidade, os princípios e o desenvolvimento dos profissionais.

Inevitavelmente, esse foi o momento onde começamos a comparar as expectativas (que cresciam a cada uma das numerosas etapas do processo seletivo) com a realidade, e o resultado não poderia ser melhor: O grupo já nasceu unido, a proposta do programa é excelente e a recepção só reforçou tudo isso.

Passada a integração, começou o processo de conhecer a área de químicos industriais: Das apresentações e almoços às reuniões e treinamentos, passando pelas breves conversas no café. Já deu pra perceber que o time é unido e competente, e que projetos não faltarão!

Como o bom químico que sou (eufemismo pra “ruim de redação”), percebo que deixei o começo pro final, então me apresento agora: Meu nome é Pedro Henrique, tenho 25 anos e volto em breve, pois o BLOG agora é NOSSO!!rsrs

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Será mesmo que aconteceu?

Depois de um período enlouquecedor de processos seletivos, e etapas que tenderam ao infinito, ser selecionado por este programa de trainee tão estruturado e consolidado para a vaga de R&D Agro, é algo indescritível. São muitas sensações e vontades que vão brotando dia após dia, a incrível oportunidade de ingressar em uma empresa líder mundial, nos coloca diante de situações de grande importância.

Minha história é marcada por uma vida acadêmica intensa, sou Engenheira Agrônoma formada pela Universidade Federal de São Carlos. Durante a graduação sempre estive ligada ao mundo da pesquisa, muito motivada por descobertas e experiências novas, logo após a graduação ingressei no programa de Mestrado pela Universidade Estadual de Campinas na Faculdade de Engenharia Agrícola, e indo de encontro a esses novos desafios optei em participar de processos de trainee.

Experiência ímpar que estou apenas iniciando e começando a sentir esse novo gostinho. A dinâmica do mundo corporativo é realmente muito rápida, dessa forma começo a compreender um pouco mais desse grande conjunto. Como mencionei a dinâmica é rápida, já iniciei uma fase do trainee chamada Job Rotation, na qual terei oportunidade de vivenciar as diferentes áreas, para então, compreender, ainda mais, o todo e os processos nele contidos.

Estou muito feliz em participar de uma equipe dinâmica, criativa, que faz do desenvolvimento do trabalho a busca do novo, aproveitando o conhecimento já existente e desenvolvendo projetos para o futuro. E aqui começa uma nova fase da minha vida, com grandes novidades e uma imensa oportunidade de aprender a cada dia mais, e esse mundo me encanta!

Gilka Rocha

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Minha Primeira Semana Na BASF

Boa tarde ao todos!

Meu nome é Frederick Gustavo Korff, mas todos meus amigos me chamam de Fred ou Freddy :-D . Sou um brasileiro / americano (minha mãe é brasileira, meu pai é americano) de San Francisco, CA, nos Estados Unidos. Formei-me em Comércio Exterior da Faculdade San José State University em San Jose na California, e recebi uma especialização em Português da Fundação Armando Alvares Penteado em Dezembro de 2009.

Ter vindo para o Brasil há 16 meses, foi um grande risco e tem sido uma aventura animal! Quando eu assumi este risco analisei todos os prós e os contras da situação. Tentei descobrir o que seria o risco em deixar um bom emprego em San Jose, minha namorada, família, amigos e fazer um intercâmbio na FAAP e começar o novo capítulo da minha vida aqui em São Paulo. Decidi com meu instinto básico, meu coração. Ele bateu e me empurrou pra frente, eu escutei e fui. Deixei tudo nos Estados Unidos para realizar um sonho meu aqui no Brasil. Depois de muito estudo, trabalho e apoio da família, entrei na BASF como trainee 2011, graças a Deus.

Então, como foi minha primeira semana  na BASF? Nossa, me deixem respirar por um segundo! Rsrs.

Não vou mentir: a primeira semana fui para o trabalho com borboletas no estômago. Todo dia. Mas a integração foi muito bacana pra quebrar o gelo com os outros trainees, e ajudou no processo de começar a entender como os próximos 18 meses serão. 

Eu sou um trainee na área de Supply Chain para químicos para papel com uma especialização em Sales & Operational Planning. Essa primeira semana fiquei conhecendo esta área de Papel, os colegas com quem vou trabalhar, e um pouco sobre como a área de Supply Chain é uma parte do setor de Químicos para Papel.
Nos próximos posts vou começar a divulgar um pouco mais sobre meu dia a dia! 

Abraços ao todos!
Fred

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Trainee, engenheiro, ou vendedor?

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Mentoring: um alto executivo de outra área como orientador de carreira

 
 

Se vemos um mapa muito de perto, com os olhos bem rentes a ele, não conseguimos nos localizar, pois dessa forma não temos referências. A orientação é possível quando nos afastamos e o contemplamos por completo ou quando alguém nos fornece as coordenadas, o que pode se revelar ainda melhor.

O mentoring para mim foi exatamente a segunda situação. É como se eu estivesse sedento para mover adiante, mas não conseguia por não saber ao certo se o “adiante” ficava ao norte, sul, leste, oeste ou mesmo qualquer variação derivada da combinação dessas quatro direções (risos). O que aconteceu então? Uma pessoa super gabaritada e vivenciada olhava o mapa inteiro e me indicava o caminho a seguir? Não, nada disso! Pareço estar em contradição, mas meu mentor, atuando como um psicólogo da vida profissional, analisava a situação e, ao invés de ficar me dando dicas sobre como proceder, me ajudava a enxergar pela perspectiva de quem detinha o mapa em suas mãos. Isso foi essencial no processo decisório que me vi inserido ao fim do programa trainee. Cada sessão de mentoring era para mim feito um jogo de xadrez em que eu era colocado em cheque diversas vezes por meu mentor. O melhor dessas partidas era que cada cheque recebido era uma nova chance de reposicionar as peças para que ao fim dos 18 meses de programa trainee eu pudesse me tornar melhor jogador.

 Bruno Mendonça

 

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